<?xml version='1.0' encoding='UTF-8'?><?xml-stylesheet href="http://www.blogger.com/styles/atom.css" type="text/css"?><feed xmlns='http://www.w3.org/2005/Atom' xmlns:openSearch='http://a9.com/-/spec/opensearchrss/1.0/' xmlns:georss='http://www.georss.org/georss' xmlns:gd='http://schemas.google.com/g/2005' xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'><id>tag:blogger.com,1999:blog-7936796</id><updated>2011-04-21T21:45:59.028+01:00</updated><title type='text'>Odisseias em torno da Lua</title><subtitle type='html'></subtitle><link rel='http://schemas.google.com/g/2005#feed' type='application/atom+xml' href='http://odisseiasemtornodalua.blogspot.com/feeds/posts/default'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7936796/posts/default?max-results=100'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://odisseiasemtornodalua.blogspot.com/'/><link rel='hub' href='http://pubsubhubbub.appspot.com/'/><author><name>Humberto</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><generator version='7.00' uri='http://www.blogger.com'>Blogger</generator><openSearch:totalResults>12</openSearch:totalResults><openSearch:startIndex>1</openSearch:startIndex><openSearch:itemsPerPage>100</openSearch:itemsPerPage><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7936796.post-114635989635699884</id><published>2006-04-30T02:12:00.000+01:00</published><updated>2006-04-30T23:38:36.753+01:00</updated><title type='text'>Pó e mais pó</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;Já fez um ano que não "postava" nada neste eloquente sítio de odisseias deixadas ao abandono. O ulisses deve dar voltas na campa. eheh&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;De facto nem sei por onde começar.... Vejamos, não vou fazer uma retrospectiva do meu ultimo ano de existencia pois seria muito maçudo e entediante e nem sequer me apeteceria fazer tal coisa. Não me lembro do que comi antes de ontem quanto mais de tudo o que aconteceu neste ultimo ano. Ah e isto também não é uma blogonovela mas sim um blog que tem que manter um certo nivel. Sim eu sei que isso é questionável. Avante.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Nem sei porque comecei a escrever agora e porque raio até vim fazer "post" deste texto da chacha (chacha - vulgo porcaria, treta. Palavra frequentemente usada por um profº por quem nutro um sentimento muito nobre), mas basicamente não estou com sono nenhum e há várias semanas que faço tentativas de escrever alguma coisa de jeito.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Infelizmente as ultimas directas aliadas ao cansaço psicológico que já tenho no lombo devem ter estoirado as ultimas ligações entre os poucos neurónios que ainda restavam nesta cabeça outrora sã e despreocupada.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Até o meu velho conselheiro desapareceu, deve ter emigrado.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Sinto um vazio dentro de mim que até arrepia....estou permanentemente cansado sem fazer nada e nada me satisfaz. De Amargo a aZedo fazendo escala na Insensibilidade total, penso que estou no meu melhor sem dúvida!&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;O que se torna interessante no meio disto tudo é ser racional e analizar isto tudo de uma forma gelada, de onde, surge então a questão que me fascina: porque raio é que sempre que ficamos assim começamos a questionar tudo sobre a nossa vida??? Porque não me questiono noutras alturas, ou porque é que essas questões para além de nem se porem nem sequer causam qualquer tipo de desconforto.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Mas penso que isto deve ter muito a ver com o velho murphy: quando uma coisa está má, descansa, ainda vai ficar pior!&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Será que a terra é redonda? Who cares!!!! Até podia ser hexagonal tanto me dava. Perguntas da treta no meio de outras que dão a volta ao miolo e nos deixam sem dormir. Nunca se chega a conclusão nenhuma, mas que se vira filósofo, ai isso sem dúvida. Mantenho a minha teoria de que as maiores obras da humanidade, tanto em música, letras, artes, e tantas outras coisas mais, foram todas produzidas quando os artistas estavam a atravessar algum vale muito sombrio, porque quando se está num estado normal não se consegue uma profundidade tão grande como se encontram nessas pérolas. Pena que não me saia nada de fantástico para adicionar a esse vasto leque de obras...&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;O pó instala-se na vida de uma pessoa em recantos que nem se dá conta. Ainda ontem apreciava no monitor do meu computador o facto de ver uns pixeis em movimento. No estado em que me encontro, alucinações são mais que muitas, até podia dizer que tinha visto vaquinhas a cantar ópera, mas fiquei impressionado com os pixéis dançarinos que depois de ver à lupa consegui perceber que eram uns bichos minusculos. Aliás mesmo na lupa so se percebia que era um pontinho que incrivelmente tinha ganho vida e entrava em movimento. Portanto aí temos, o pó acumula-se, ácaros nascem, crescem e vão ruminando tudo sem que vejamos nada. Quando uma pessoa se apercebe já nos devoraram as entranhas e só sobra a carcaça moribunda para cirandar por aí. Não é assim tão trágico não se preocupem meus caros leitores. Certifico aqui que isto tudo não é fruto de droga, tabaco ou bebida. Têm a minha palavra.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Que posso dizer mais? Que isto é um estado consistente da inconsistência? (Bonita esta hã? Mais não se podia esperar de um tipo que aparece um ano depois do meio do nevoeiro para falar de pó e de ácaros. Só faltava mesmo fazer uma publicidade ao aspirador da tvshop)&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Tenho que pensar muito bem em limpar o pó a esta mente perdida nas trevas e com um "post" destes nem me atrevi a intitulá-lo de decima segunda odisseia porque este quebra todas as barreiras do normal e desde já peço desculpas a quem esperava ler umas coisas bonitas ou singelas numa eventual 12ª Odisseia. No entanto continua tudo a girar em torno da lua portanto nem vale a pena mudar o nome ao blog, e assim fica para a posteridade.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;A vida é, ou tá muito complicada.....ando meio perdido e vou ver se durmo um pouco.&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7936796-114635989635699884?l=odisseiasemtornodalua.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://odisseiasemtornodalua.blogspot.com/feeds/114635989635699884/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=7936796&amp;postID=114635989635699884' title='2 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7936796/posts/default/114635989635699884'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7936796/posts/default/114635989635699884'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://odisseiasemtornodalua.blogspot.com/2006/04/p-e-mais-p.html' title='Pó e mais pó'/><author><name>Humberto</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>2</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7936796.post-111490855675644748</id><published>2005-04-13T21:50:00.000+01:00</published><updated>2005-05-01T01:52:16.216+01:00</updated><title type='text'>Décima Primeira Odisseia</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;Hoje deram-me um par de asas e voei…&lt;br /&gt;Se ainda que muitas vezes possa ter-me imaginado no céu e, toda a vida um ser humano aspire o limite máximo da liberdade, a sensação de voar é algo nunca sentido antes.&lt;br /&gt;Um peso nas costas preocupa-me, mas ao contrair os músculos apercebo-me de como estas largas plumas brancas se dominam.&lt;br /&gt;Sempre receoso das alturas, a pouco e pouco elevo-me do chão. Subo aos céus, sem ter ainda consciência plena de tudo o que se está a passar.&lt;br /&gt;Sinto o coração a palpitar cada vez mais rápido num compasso sem ritmo certo devido à respiração descontrolada.&lt;br /&gt;Estaco no ar e olho em redor para baixo. A visão é “diferente”. Subitamente, perspectivas mudam de ângulo e ganham formas agradáveis e prazenteiras.&lt;br /&gt;Unicamente com um metrónomo no peito a marcar um &lt;em&gt;Allegro&lt;/em&gt; tendenciosamente &lt;em&gt;Vivace&lt;/em&gt; encontro a minha cabeça vazia de conteúdo e apercebo-me que voo rumo ao Sul há já hora e meia.&lt;br /&gt;De uma forma engraçada prendo-me com as imagens da paisagem a passar. Voo baixinho por entre as copas das árvores de forma a passar despercebido. A ideia de ser visto por alguém era inconcebível. O mundo teria atingido o apocalipse ao ser avistado um rapaz com um par de asas a voar com um sorriso idiota na face, pois garanto que alucinação não era e anjo muito menos.&lt;br /&gt;Mas este tipo de voos tem pormenores excelentes como o paradoxo temporal criado no bater das asas. O tempo passa e não passa. Não parece sentir-se a sua passagem e diria que de mãos dadas comigo ele voava, provavelmente por todo o fascínio destas novas alturas, mas no entanto recusa-se a permanecer de mãos dadas e deixa-se atrasar causando-me angustia por nunca mais chegar ao meu destino.&lt;br /&gt;Duas horas e meia passam e questões existenciais martelam a minha mente até então em transe profundo, só as aves podem voar. Eu não sou ave, logo…! Algo não bate certo… Ou não? Se voar é liberdade então porque não voamos todos?&lt;br /&gt;3 horas de voo e estou ao rubro, faço um ultimo esforço e bato as asas cada vez com mais força. Ultrapasso um tecto de nuvens e sem parar continuo a subir cada vez com mais dificuldade pois o ar está rarefeito, sempre a olhar para ti continuo a subir com um sorriso mais rasgado ainda. Já só te vejo a ti, e como que chegando ao fim de uma corrida, o coração quer saltar para fora do peito. Bate arritmicamente até que salta directo para as tuas mãos onde o deixei estar em repouso.&lt;br /&gt;As questões existenciais, joguei-as para trás das costas. O que foi feito delas não sei, o que é certo é que hoje deram-me um par de asas e voei.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Voei para ti!&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7936796-111490855675644748?l=odisseiasemtornodalua.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://odisseiasemtornodalua.blogspot.com/feeds/111490855675644748/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=7936796&amp;postID=111490855675644748' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7936796/posts/default/111490855675644748'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7936796/posts/default/111490855675644748'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://odisseiasemtornodalua.blogspot.com/2005/04/dcima-primeira-odisseia.html' title='Décima Primeira Odisseia'/><author><name>Humberto</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7936796.post-110480116346939831</id><published>2005-01-01T16:44:00.000Z</published><updated>2005-01-04T01:13:17.386Z</updated><title type='text'>Décima Odisseia</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;Cores imensas iluminam o céu. "Flashes", risos, e barulhos enchem-nos os ouvidos.&lt;br /&gt;É um novo ano. Assim recomeça mais um ciclo da vida num novo ano que à partida apenas desejamos que seja maravilhoso para todos nós.&lt;br /&gt;Depois de tanta agitação sento-me na areia e mexo os dedos dos pés para sentir a areia a escorrer por entre os dedos.&lt;br /&gt;Foi uma noite diferente em todos os aspectos!&lt;br /&gt;Inclino-me para trás e cansado olho a direito para cima, procurando ver a estrelita que sempre me ilumina.&lt;br /&gt;Mas algo de diferente se passa e não consigo precisar o quê. Como se o céu se movimentasse suavemente, poderia jurar que via as estrelas dançarem uma valsa lenta, mas muito alegre.&lt;br /&gt;Harmonia reinava nesta noite misturada com uma grande bebedeira de sono.&lt;br /&gt;Eis que as estrelas suspendem a sua dança e abrem caminho à passagem de uma estrela especial. Aquela que tanto brilha, desce dos céus e pára em frente a mim. No silêncio, a sua luz diz mais que mil palavras e sinto-me no céu. Confortável e com o coração quentinho eis que adormeço.&lt;br /&gt;Acordo novamente, sem saber o que tinha acontecido olho o céu novamente mas......de facto aconteceu. A estrelinha já lá não está. Faz agora parte de mim deixando a sua luz espalhada por todo o lado onde esteja presente.&lt;br /&gt;Fecho a janela e penso para comigo: "Feliz Ano Novo" &lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7936796-110480116346939831?l=odisseiasemtornodalua.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://odisseiasemtornodalua.blogspot.com/feeds/110480116346939831/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=7936796&amp;postID=110480116346939831' title='3 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7936796/posts/default/110480116346939831'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7936796/posts/default/110480116346939831'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://odisseiasemtornodalua.blogspot.com/2005/01/dcima-odisseia.html' title='Décima Odisseia'/><author><name>Humberto</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>3</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7936796.post-110376385638186472</id><published>2004-12-23T01:03:00.000Z</published><updated>2004-12-23T01:06:43.350Z</updated><title type='text'>Nona Odisseia</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;É natal! Celebra-se mais uma vez o nascimento do menino.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;É uma época de felicidade, de reconciliação, de paz e de tantas outras coisas.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Poderia dizer que adoro o natal, mas no fundo estaria a ser cínico...&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Na verdade sinto-me nostálgico, melancólico e sentido...&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;O consumismo lidera as nossas vidas, e junto com ele, a hipocrisia de que metade do mundo morre à fome e nem sabem quando é o natal, quando o resto do ano ninguem quer saber se o mundo morre à fome ou não.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Entristece-me a perda do verdadeiro sentido das festas e de tudo o mais.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Deito-me na areia e penso na vida....sinto-me só. Fecho os olhos e acordo num bonito prado. A vista perde-se no horizonte verde. Tudo parece tão bonito. Procuro uma flor, mas no entanto escasseiam. Prado falacioso este, verdejante e brilhante mas vazio. Uma flor aqui e além, mas nada que me seduza. Umas espinhosas, outras sem cor, outras secas e mortas...&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Aproximo-me do chão. Esta relva é na verdade erva daninha tão enraízada que já dificilmente crescerá alguma flor.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;O outono da vida tudo secou para que o inverno traga o frio e o gelo que nos cobre.Insensivel e gelado só posso esperar que venha um sol suficiente quente para que derreta todo o gelo para que possa encontrar novamente o caminho e na esperança de que algures num bloco de gelo pequeno se conserve uma linda flor. Por ora, vagueio sem rumo numa planicie de gelo imensa, onde o sol nunca se põe, mas não aquece, onde não sei onde é o norte, nem o oeste, onde a luz é negra e o escuro branco,...&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Enterro as mãos no gelo e nada mais sinto...&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7936796-110376385638186472?l=odisseiasemtornodalua.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://odisseiasemtornodalua.blogspot.com/feeds/110376385638186472/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=7936796&amp;postID=110376385638186472' title='3 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7936796/posts/default/110376385638186472'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7936796/posts/default/110376385638186472'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://odisseiasemtornodalua.blogspot.com/2004/12/nona-odisseia.html' title='Nona Odisseia'/><author><name>Humberto</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>3</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7936796.post-110247325531171096</id><published>2004-12-08T02:31:00.000Z</published><updated>2004-12-08T02:34:15.313Z</updated><title type='text'>Oitava Odisseia</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;Como brilha!&lt;br /&gt;Após um sono quase interminável acordo. Sinto a cabeça pesada e confusa.&lt;br /&gt;Não sei o que aconteceu para dormir desta maneira…&lt;br /&gt;Pego no caderno habitual de confissões e vejo que tinha adormecido já em Outubro para acordar em Dezembro… Uma pequena hibernação poderia dizer, ou talvez uma fuga. Decerto uma fuga. Sim!&lt;br /&gt;Mas fuga do quê? Tenho que reler as minhas últimas notas antes de adormecer para ver o motivo de tamanho fardo… Podia ter seguido o conselho do velho ancião, mas desta vez tudo correu ao contrário. Fechei os olhos e entrei no vazio, uma luta interior de racionalismos, sentimentos, e “puff”! É tão mais fácil o vazio. Mas o grande Chronos está à espreita e não deixa de nos perseguir. Numa corrida apressada esgueiro-me em becos e ruelas para ver se o despisto, mas eis que uma voz bem familiar surge por trás e me diz: “de nada te serve o que fazes, Chronos nunca te deixará de perseguir, e tu nunca deixarás de fugir, no dia em que ele te apanhar, poderás olhar para trás como se a um filme assistisses pois terás sido apanhado pelo grande deus do tempo e a tua vida chegou ao fim do seu primeiro estágio”.&lt;br /&gt;Páro como não poderia deixar de ser, teria que contra argumentar com o meu velho companheiro de psicoses, esse ser alienígena e misterioso que tinha sempre algo a opinar sobre os passos da minha vida.&lt;br /&gt;Mas desta vez foi diferente, pois senti-me desamparado ao ver que não só ele tinha razão como me fazia sentir ainda mais no vazio.&lt;br /&gt;Vazio, essa sensação tão inócua, sem sentido e propósito, causa uma indiferença vil e cruel na vida de todos.&lt;br /&gt;A solução passa sempre por se sentir, racionalizar, discutir e sobretudo viver!&lt;br /&gt;O vazio só existe com um propósito: ser preenchido!&lt;br /&gt;As confusões permanecem, a clareza de espírito é ínfima, mas não é correndo à frente de Chronos que me vou iluminar.&lt;br /&gt;Por mais que tente procurar a luz da razão e o dom sapiencial da existência, só me hei de sentir mais leve quando de tudo souber.&lt;br /&gt;Mas ainda assim, o cansaço e confusão de pensamentos possui-me e insiste em direccionar-me para outro sono profundo esperando que quando acordar novamente daqui a um mês a realidade tenha mudado em torno de mim.&lt;br /&gt;Antes de cair ainda abro a janela e digo para o vazio, na esperança vã de que Chronos ouça:&lt;br /&gt;- Parei! Quando chegares estarei à tua espera.&lt;br /&gt;Perscruto o resto do céu e a lua sorri-me, olho as estrelas e vejo mais uma vez a estrelinha a reluzir.&lt;br /&gt;Como brilha! Desfaleço…&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7936796-110247325531171096?l=odisseiasemtornodalua.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://odisseiasemtornodalua.blogspot.com/feeds/110247325531171096/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=7936796&amp;postID=110247325531171096' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7936796/posts/default/110247325531171096'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7936796/posts/default/110247325531171096'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://odisseiasemtornodalua.blogspot.com/2004/12/oitava-odisseia.html' title='Oitava Odisseia'/><author><name>Humberto</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7936796.post-109768775491988599</id><published>2004-10-13T18:11:00.000+01:00</published><updated>2004-10-13T19:10:46.880+01:00</updated><title type='text'>Sétima Odisseia</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;"&lt;/strong&gt; Nager dans les eaux troubles&lt;br /&gt;Des lendemains&lt;br /&gt;Attendre ici la fin&lt;br /&gt;Flotter dans l'air trop lourd&lt;br /&gt;Du presque rien&lt;br /&gt;A qui tendre la main&lt;br /&gt;Si je dois tomber de haut&lt;br /&gt;Que ma chute soit lente&lt;br /&gt;Je n'ai trouvé de repos&lt;br /&gt;Que dans l'indifférence&lt;br /&gt;Pourtant, je voudrais retrouver l'innocence&lt;br /&gt;Mais rien n'a de sens, et rien ne va&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Tout est chaos&lt;br /&gt;A côté&lt;br /&gt;Tous mes idéaux : des mots&lt;br /&gt;Abîmés...Je cherche une âme, qui&lt;br /&gt;Pourra m'aider&lt;br /&gt;Je suis&lt;br /&gt;D'une génération désenchantée&lt;br /&gt;Désenchantée&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Qui pourrait m'empêcher&lt;br /&gt;De tout entendre&lt;br /&gt;Quand la raison s'effondre&lt;br /&gt;A quel sein se vouer&lt;br /&gt;Qui peut prétendre&lt;br /&gt;Nous bercer dans son ventre&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Si la mort est un mystère&lt;br /&gt;La vie n'a rien de tendre&lt;br /&gt;Si le ciel a un enfer&lt;br /&gt;Le ciel peut bien m'attendre&lt;br /&gt;Dis-moi,&lt;br /&gt;Dans ces vents contraires comment s'y prendre&lt;br /&gt;Plus rien n'a de sens, plus rien ne va.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Tout est chaos&lt;br /&gt;A côté&lt;br /&gt;Tous mes idéaux : des mots&lt;br /&gt;Abîmés...Je cherche une âme, qui&lt;br /&gt;Pourra m'aider&lt;br /&gt;Je suis&lt;br /&gt;D'une génération désenchantée&lt;br /&gt;Désenchantée &lt;strong&gt;"&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;blockquote&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Désenchantée, Kate Ryan&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;/blockquote&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;"&lt;/strong&gt; Cendre de lune, petite bulle d'écume&lt;br /&gt;Poussée par le vent, je brûle et je m'enrhume&lt;br /&gt;Entre mes dunes reposent mes infortunes&lt;br /&gt;C'est nue, que j'apprends la vertu&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Je, je suis libertine&lt;br /&gt;Je suis une catin&lt;br /&gt;Je, je suis si fragile&lt;br /&gt;Qu'on me tienne la main&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Fendre la lune, baisers d'épine et de plume&lt;br /&gt;Bercée par un petit vent, je déambule&lt;br /&gt;La vie est triste comme un verre de grenadine&lt;br /&gt;Aimer c'est pleurer quand on s'incline&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Je, je suis libertine&lt;br /&gt;Je suis une catin&lt;br /&gt;Je, je suis si fragile&lt;br /&gt;Qu'on me tienne la main&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Quand sur ton corps, je m'endors&lt;br /&gt;Je m'évapore, bébé tu dors et moi j'attends l'aurore&lt;br /&gt;Quand de mes lèvres tu t'enlèves, un goût amer&lt;br /&gt;Me rappelle que je suis au ciel&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Cendre de lune, petite bulle d'écume&lt;br /&gt;Perdue dans le vent, je brûle et je m'enrhume&lt;br /&gt;Mon corps à peur, la peau mouillée, j'ai plus d'me&lt;br /&gt;Papa, ils ont violé mon coeur&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Je, je suis libertine&lt;br /&gt;Je suis une catin&lt;br /&gt;Je, je suis si fragile&lt;br /&gt;Qu'on me tienne la main &lt;strong&gt;"&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;blockquote&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Libertine, Kate Ryan&lt;/strong&gt; &lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/blockquote&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7936796-109768775491988599?l=odisseiasemtornodalua.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://odisseiasemtornodalua.blogspot.com/feeds/109768775491988599/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=7936796&amp;postID=109768775491988599' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7936796/posts/default/109768775491988599'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7936796/posts/default/109768775491988599'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://odisseiasemtornodalua.blogspot.com/2004/10/stima-odisseia.html' title='Sétima Odisseia'/><author><name>Humberto</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7936796.post-109753599151686471</id><published>2004-10-12T01:05:00.000+01:00</published><updated>2004-10-12T00:06:31.516+01:00</updated><title type='text'>Sexta Odisseia</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;Algo me perturba durante o sono. Abro os olhos, e à minha frente tenho o meu velho conselheiro.&lt;br /&gt;Observo-o apenas com um ar de indiferença e de alguém que está demasiado cansado para articular qualquer palavra que seja.&lt;br /&gt;Ele olha na minha direcção, mas é como se estivesse a olhar para o infinito. Talvez como alguém que reflecte no que vai dizer. Parece igualmente perturbado.&lt;br /&gt;- Por onde começar… – diz ele em voz baixa – o céu é de facto algo de magnifico assim como as estrelas que nele brilham e tornam a escuridão algo de agradável e fascinante.&lt;br /&gt;Tantas coisas neste mundo belas…, e no entanto, pouco se entende deste mesmo mundo.&lt;br /&gt;“Falará ele da estrela que perturba?”, penso para comigo.&lt;br /&gt;- Nem tudo o que parece é – continua ele.&lt;br /&gt;Nem a beleza indiscutível das estrelas, nem os motivos pelos quais te deixas perturbar.&lt;br /&gt;“Bingo” – Exclamo em pensamento ao acertar no palpite.&lt;br /&gt;- Vivemos num mundo difícil e feito de ilusões. À distancia a que as estrelas estão todas parecem de facto pequenas e frágeis, poderíamos pegar nelas com a ponta dos dedos e movimentá-las no céu como se de uma brincadeira se tratasse. No entanto, elas são gigantes bolas de fogo. Fascinam, queimam, magoam e só nos apercebemos quando já é tarde demais.&lt;br /&gt;A chama ardente que nos atrai pelo misto de tons fabulosos de amarelo a vermelho e laranja, hipnotiza, leva-nos a persegui-la pela grandiosidade que representa. A hipnose é tão grande que nos aproximamos até sentirmos que acabamos de cometer o maior erro das nossas vidas ao sentir a força com que a chama nos consome e queima. Voláteis como somos desfazemo-nos até as cinzas e de nada nos vale a experiência indirecta dos que nos dizem que o fogo queima. Como qualquer criança temos sempre que acender um fósforo e sentir a dor na pele para verificar que esta existe e não é algo inventado por terceiros para nos assustar.&lt;br /&gt;Assim como as perturbações que muitas vezes sentimos e julgamos ser fruto do perigo, nem sempre estão relacionadas com a maçã proibida que nos leva ao fascínio ao mesmo tempo que nos consome, mas sim ao facto de perseguições da consciência. Passado mal ancorado, presente estranho e futuro incerto.&lt;br /&gt;A experiência e o resultado de fósforos queimados sim, esses são os verdadeiros elementos de perturbação. Não o facto de não haver espaço para determinados acontecimentos, mas sim o facto de termos consciência de que não podem acontecer. Resta-nos eliminar o espaço possível de acontecimentos pois sabemos o que resulta dele. Essa sim, é a verdadeira razão da pesada carga que por vezes nos acompanha em cima dos ombros. Somos carrascos do nosso próprio destino. Somos obrigados a sacrificar a nossa vontade em troco de uma boa protecção.&lt;br /&gt;Se não o formos, alguém será, apenas estaremos a prolongar o tempo em que ficamos encapuçados à espera do derradeiro momento em que tudo desaparece e o mundo desaba.&lt;br /&gt;Temos sempre de parar, pensar, e fazer escolhas, a lua é igualmente bonita e não queima.&lt;br /&gt;Alternativamente ao fascínio das chamas temos o mistério da face oculta.&lt;br /&gt;Muitas serão sempre as odisseias que podemos viver em torno da lua. – E eis que o velho olha para a janela e desaparece.&lt;br /&gt;“Carrascos do nosso próprio destino…… Esta frase ficou a ecoar dentro de mim.&lt;br /&gt;Perturbante e verdadeiramente arrepiante não consigo deixar de pensar nesta frase. Não angustiado, mas revoltado com o facto de ir ao encontro com o que me recusava a aceitar.&lt;br /&gt;Odisseias em torno duma lua bonita, mas sem brilho próprio?&lt;br /&gt;Toda a luz que possui é na verdade reflectida sempre por uma grande estrela.&lt;br /&gt;Assim nunca vai ser suficientemente quente para me apaziguar o espírito em dias de tormenta…”&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7936796-109753599151686471?l=odisseiasemtornodalua.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://odisseiasemtornodalua.blogspot.com/feeds/109753599151686471/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=7936796&amp;postID=109753599151686471' title='7 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7936796/posts/default/109753599151686471'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7936796/posts/default/109753599151686471'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://odisseiasemtornodalua.blogspot.com/2004/10/sexta-odisseia.html' title='Sexta Odisseia'/><author><name>Humberto</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>7</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7936796.post-109719222720614487</id><published>2004-10-08T01:35:00.000+01:00</published><updated>2004-10-08T00:45:59.840+01:00</updated><title type='text'>Quinta Odisseia</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;Pela janela do meu quarto observo o céu, …sabe-me a pouco!&lt;br /&gt;Fecho os olhos, e quando os abro novamente…ah! Mesmo onde queria estar.&lt;br /&gt;Sentado na areia duma bela praia. É noite. Tudo está escuro à minha volta. Noite de lua nova. Fecho os olhos e volto a abri-los. Pisco mais umas vezes as pálpebras pesadas para me habituar à escuridão.&lt;br /&gt;Atrás de mim apenas dunas se desenham no horizonte. A pequena vegetação que cobre estas dunas ondula suavemente com o vento. Mas talvez não classifique o vento como tal pois parece-me mais uma brisa da madrugada.&lt;br /&gt;Os grãos de areia fina voam rasteiros à areia e batem-me nas pernas desnudas.&lt;br /&gt;Uma sensação arrepiante, mas boa.&lt;br /&gt;A minha frente o mar está calmo, ondulando levemente também e provocando rebentação de tempo em tempo.&lt;br /&gt;Estendo o corpo para trás e deixo-me estar deitado.&lt;br /&gt;O céu estrelado e lindo enche-me as medidas. Estrelas cadentes riscam o céu de lado a lado como se fugissem atrás de algo que querem muito mas nunca alcançam.&lt;br /&gt;Fico hipnotizado ao som da rebentação do mar e das cigarras que pairam algures nas dunas.&lt;br /&gt;Num estado de apoplexia total apercebo-me que olho fixamente para uma estrelinha no céu.&lt;br /&gt;Sempre a mesma. Muitas são as vezes que me encontro a observar esta estrelita.&lt;br /&gt;Estico o braço e com um olho fechado vejo que esta me cabe na mão. Só teria de agarrá-la e guardá-la para mim.&lt;br /&gt;Mas como conservar uma estrela? Dentro de um frasco?&lt;br /&gt;O que importa também se não a posso ter? Mas no entanto as perguntas permanecem.&lt;br /&gt;Porque não posso eu agarrar aquela estrela tão pequena que cintila no céu há tanto tempo quanto eu me lembro.&lt;br /&gt;Quanto mais verifico que não a posso ter, maior é a vontade de a ter e o desassossego que me causa.&lt;br /&gt;Porque é que há coisas impossíveis de conseguir?&lt;br /&gt;Porque é que objectivamos coisas que à partida sabemos que não têm lugar para acontecer?&lt;br /&gt;Sei que quando fechar os olhos e regressar ao meu espaço vou voltar a ter aquela sensação de desconforto, ou de que existe algo em falta……&lt;br /&gt;Mais cedo ou mais tarde vou ter de voltar à praia. Vou ter de olhar o céu novamente. Vou ter de te procurar. E quando te encontrar, vou ficar calmo.&lt;br /&gt;Como se tudo à minha volta deixasse de existir vou-me sentir em paz como se tudo fosse perfeito.&lt;br /&gt;Como que aconchegado nos “teus” braços, todas as inquietações cessam.&lt;br /&gt;Sempre com os olhos postos em ti. Nessa estrela que não alcanço.&lt;br /&gt;As horas passam, as pálpebras pesam cada vez mais, no entanto a tua luz não se desvanece.&lt;br /&gt;Adormeço…… &lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7936796-109719222720614487?l=odisseiasemtornodalua.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://odisseiasemtornodalua.blogspot.com/feeds/109719222720614487/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=7936796&amp;postID=109719222720614487' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7936796/posts/default/109719222720614487'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7936796/posts/default/109719222720614487'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://odisseiasemtornodalua.blogspot.com/2004/10/quinta-odisseia.html' title='Quinta Odisseia'/><author><name>Humberto</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7936796.post-109441945987505154</id><published>2004-09-05T22:22:00.000+01:00</published><updated>2004-09-05T22:30:01.846+01:00</updated><title type='text'>Quarta Odisseia</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;Sem nunca me aperceber de ter adormecido, acordo com um salto.&lt;br /&gt;Estou no meu quarto novamente.&lt;br /&gt;Que sonho tão estranho. E no entanto tão real.&lt;br /&gt;Espreito à janela e o mundo que eu conheço está na sua normalidade.&lt;br /&gt;Deito-me outra vez e enquanto olho para o tecto como olharia para o infinito, penso naquele estranho sonho e nas palavras daquele velho ancião.&lt;br /&gt;Volto à janela e observo o céu. Constelações imensas desenham-se no negro que nos cobre todas as noites. É incrível a quantidade de estrelas que há no céu, cada uma delas representando o equivalente a um Sol. Quantas civilizações perdidas por esse universo fora não existirão?&lt;br /&gt;Será que pensam da mesma forma que nós? Serão como nós?&lt;br /&gt;Eis que algumas das palavras ditas por aquele velho sábio me vêm à cabeça recordando-me da maneira mais rápida de viajar.&lt;br /&gt;“Quando toca à mente humana, o limite é o universo! Apenas tens de fechar os olhos e pensar no destino. A tua mente encarrega-se do resto. A liberdade começa aí. Começa e acaba onde tu quiseres.”&lt;br /&gt;Cruzo os braços sobre a amurada da janela e em cima deles pouso a minha cabeça.&lt;br /&gt;Olho para o céu e fecho os olhos.&lt;br /&gt;Um peso enorme estende-se sobre a minha cabeça e a minha imaginação abre as asas pelo meio da escuridão da noite.&lt;br /&gt;Abro os olhos e vejo onde estou: novamente em torno da lua. O velho Ancião está à minha frente e esboça o que me parece ser um sorriso.&lt;br /&gt;- Bem vindo sejas novamente. Estás onde querias estar por isso diz-me em que te posso ajudar?&lt;br /&gt;-Não sei se estou exactamente onde desejava mas assim sendo de facto há algo em que talvez me possa ajudar. A compreender melhor o meu mundo, em particular as pessoas.&lt;br /&gt;-Hmmm. Um pouco difícil. Os Humanos são uma espécie em parte ainda muito misteriosa para mim. Existem comportamentos que até hoje não consigo compreender. – diz o ancião de um modo reticente, mas prossegue o seu discurso - Tenho observado a Terra décadas após décadas e quando penso que nada mais me pode surpreender, há sempre algo novo!&lt;br /&gt;Uma espécie incrível que quando precisa consegue ser o exemplo máximo de estrutura social e boa coordenação, o que pode ser óptimo em muitíssimas coisas como no evoluir de uma espécie totalmente racional e de forma inteligente.&lt;br /&gt;Noutros momentos tornam-se o oposto disso e temos o exemplo máximo de bestas. De animais, que se limitam a alimentar, matar e sobreviver.&lt;br /&gt;Destroem-se sem dó nem piedade sem nunca verem para além dos seus interesses pessoais.&lt;br /&gt;Se por um lado temos coisas como o altruísmo e me deixam de boca aberta, temos no outro o egoísmo atroz maior ou menor, mas sempre presente em todos vocês.&lt;br /&gt;Destruição, desolação e miséria que chocam duma maneira que não seria esperada para uma espécie com tantos séculos de desenvolvimento.&lt;br /&gt;E Amor, uma coisa inexplicável e sem compreensão possível na minha cabeça e no entanto tão poderosa quanto a destruição maciça que todos vós provocam.&lt;br /&gt;Tem sempre de haver um equilíbrio para que tudo funcione, mas no vosso caso é estranho o equilíbrio ser feito de sentimentos tão extremistas.&lt;br /&gt;Eram sobre todas estas coisas que pretendias esclarecimentos?&lt;br /&gt;- De facto……sim, eram sobre todas essas coisas.&lt;br /&gt;O velho abre a boca e larga uma gargalhada monumental.&lt;br /&gt;-Como viste, nem sei se te poderei ajudar em alguma coisa, mas prometo que vou tentar. &lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7936796-109441945987505154?l=odisseiasemtornodalua.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://odisseiasemtornodalua.blogspot.com/feeds/109441945987505154/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=7936796&amp;postID=109441945987505154' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7936796/posts/default/109441945987505154'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7936796/posts/default/109441945987505154'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://odisseiasemtornodalua.blogspot.com/2004/09/quarta-odisseia.html' title='Quarta Odisseia'/><author><name>Humberto</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7936796.post-109362445781092021</id><published>2004-08-27T17:27:00.000+01:00</published><updated>2004-08-27T17:38:32.406+01:00</updated><title type='text'>Terceira Odisseia</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;Seria portanto uma questão de escolha entre querer viver uma realidade ou uma fantasia?&lt;br /&gt;Não sei pois o que este ser me disse não me esclareceu propriamente aqueles estranhos conceitos.&lt;br /&gt;Será que depende de facto de como queremos encarar as coisas? Será que nos é possível fazer essa escolha na realidade?!&lt;br /&gt;Muitas das vezes temos reacções a determinadas coisas e não é propriamente uma questão de escolha. Teria que ser um bloco de gelo e o cúmulo do racionalismo para conseguir ver tudo tão friamente…&lt;br /&gt;- Não é bem assim – diz o velho ancião. Novamente senti-me exposto ao perceber que ele havia lido os meus pensamentos mais uma vez.&lt;br /&gt;- Não podemos ser tão extremistas e sermos apenas racionalistas. Os sentimentos são muito importantes também. No entanto, vocês humanos assim como tantas outras espécies espalhadas pelo universo fora são inteligentes.&lt;br /&gt;Vocês têm capacidades que desconhecem. Por vezes o racionalismo poderá ser uma arma fantástica desde que a saibam usar.&lt;br /&gt;Agir por puro instinto muitas das vezes não é a melhor solução e se algo nos corre mal, por mais frustrados que possamos estar podemos extrair sempre algo de bom de toda a situação. É nesse sentido que digo que é uma questão de escolha. É uma escolha deixarmo-nos levar ao sabor do vento, assim como é uma escolha forçarmo-nos a parar, pensar, e descobrir uma boa forma de encarar aquilo que não queremos.&lt;br /&gt;- Na prática isso não se consegue realizar – retorqui eu – é algo que exigiria a mudança de toda a minha maneira de ser. Ao fim de ter toda a minha personalidade, carácter e deontologia própria é impossível uma pessoa mudar apenas com um estalar de dedos e neste caso não se trata de uma questão de escolha.&lt;br /&gt;- Não te disse para mudares, tens toda a razão que já não é possível mudar. Um dos maiores erros que acontecem a esse nível é uma pessoa não se aceitar e quer mudar, mas depois não consegue obviamente pelas razões que já referiste. O resultado é uma pessoa perdida a representar algo que não é e que nunca vai ser. Isso vai ser ainda mais frustrante e deprimente. Porque mais cedo ou mais tarde a pessoa não vai aguentar e vai retornar ao que sempre foi.&lt;br /&gt;Mas podemos sempre tentar limar algumas arestas. Isso sim é possível.&lt;br /&gt;Podemos sempre tentar ser cada vez melhores pessoas. Somos um ser em aprendizagem constante e só temos de jogar com isso. Aprender com os erros que cometemos e de uma forma fria aceitar o que fazemos. Especialmente aceitar as escolhas que fazemos ao longo da vida. Uma vez feita já não há maneira de voltar atrás, e se em vez de passarmos a vida a lamentarmo-nos por uma escolha mal feita, soubermos aceitá-la e seguir procurando sempre novos caminhos para os nossos objectivos talvez consigamos viver de uma forma muito mais saudável e desafiante.&lt;br /&gt;Toda a vida é uma aventura!&lt;br /&gt;Do princípio ao fim da vida esta é nada mais que um desafio constante ao saber estar nela.&lt;br /&gt;Existem pessoas que vêm a vida como um castigo, outras como um luxo, outras como uma dádiva. Há pessoas que querem viver, outras que querem morrer e para vencer este desafio é preciso saber compreender o que é a vida e o que é viver!&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7936796-109362445781092021?l=odisseiasemtornodalua.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://odisseiasemtornodalua.blogspot.com/feeds/109362445781092021/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=7936796&amp;postID=109362445781092021' title='2 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7936796/posts/default/109362445781092021'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7936796/posts/default/109362445781092021'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://odisseiasemtornodalua.blogspot.com/2004/08/terceira-odisseia.html' title='Terceira Odisseia'/><author><name>Humberto</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>2</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7936796.post-109275586255914651</id><published>2004-08-17T16:15:00.000+01:00</published><updated>2004-08-27T17:41:30.433+01:00</updated><title type='text'>Segunda Odisseia</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;“Aí está uma perspectiva sob a qual nunca tinha observado o mundo…”&lt;br /&gt;Como se alguém me tivesse perscrutado o pensamento, uma voz vinda do nada diz que tudo é uma questão de perspectiva.&lt;br /&gt;Intrigado com esta presença desconhecida olho em volta, mas nada mais vejo para além do que já havia descrito.&lt;br /&gt;Um nervoso instala-se dentro de mim por cada vez perceber menos toda esta situação.&lt;br /&gt;Se estava confuso ao princípio, agora encontrava-me completamente perdido.&lt;br /&gt;-Nervoso? – Repetiu novamente esta voz agora muito mais perto, como se estivesse mesmo atrás de mim.&lt;br /&gt;Não pude evitar virar-me novamente para verificar que voz seria esta.&lt;br /&gt;Estaco ao ver uma figura diferente de tudo o que já poderia ter visto.&lt;br /&gt;Em muito, semelhante a um mero humano, mas nalgumas coisas bem diferente.&lt;br /&gt;Um ar ameaçador, talvez pela forma da cara, alongada, com uma espécie de barba se é que o poderia descrever como tal. Os olhos semelhantes aos nossos mas com a ausência da Íris. Se calhar assustador por ser diferente, mas a voz era prazenteira. Doce, mas funda e arrastada como se de um idoso se tratasse.&lt;br /&gt;Não articulei resposta à sua pergunta pois uma análise profunda a este ser decorria na minha cabeça.&lt;br /&gt;-Não há razão para nervosismos, não estou aqui para te fazer mal. – Repetiu a estranha criatura.&lt;br /&gt;De certa forma o tom da sua voz acalmou-me e não posso afirmar que estaria nervoso.&lt;br /&gt;-Isto é um sonho?&lt;br /&gt;-Depende do que consideras um sonho. Para vocês um sonho é algo que acontece enquanto dormem, pura fantasia, devaneios perdidos na noite e algo que não é real de todo. Apenas te posso dizer que estás a viver isto. Estás a falar comigo. Logo vivemos uma realidade. A maneira como chegaste a ela, não sei, mas uma vez que estás comigo considera-me como um guia.&lt;br /&gt;-Um guia? Para quê?&lt;br /&gt;-Há pouco pensavas em perspectiva e, digamos que na vida, a perspectiva é um elemento fundamental para a forma como a levas.&lt;br /&gt;Um exemplo claro disso será o que disse há pouco acerca dos sonhos.&lt;br /&gt;Realidade ou fantasia?&lt;br /&gt;Depende sempre de como queremos encarar aquilo que vemos ou sentimos. &lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7936796-109275586255914651?l=odisseiasemtornodalua.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://odisseiasemtornodalua.blogspot.com/feeds/109275586255914651/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=7936796&amp;postID=109275586255914651' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7936796/posts/default/109275586255914651'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7936796/posts/default/109275586255914651'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://odisseiasemtornodalua.blogspot.com/2004/08/segunda-odisseia.html' title='Segunda Odisseia'/><author><name>Humberto</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7936796.post-109232183155004007</id><published>2004-08-12T15:36:00.000+01:00</published><updated>2004-08-27T17:46:02.996+01:00</updated><title type='text'>Primeira Odisseia</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;Eis que acordo estremunhado no silencio da noite e vejo que nao estou em lugar algum conhecido.&lt;br /&gt;Tudo é estranho, sinto-me leve, leve como nunca me havera sentido antes.&lt;br /&gt;Ao habituar-me ao escuro, pontos brancos surgem mais definidos, pequenos e brilhantes, incomodam a vista de tao intenso brilho.&lt;br /&gt;Nao tenho noçao da posiçao do meu corpo....deitado? em pe? sentado?&lt;br /&gt;Viro-me e um enorme globo branco paira em frente a mim....&lt;br /&gt;Onde ja vi eu esta imagem? hmmmm.......&lt;br /&gt;Tento mover-me mas todos os movimentos sao estranhos como se debaixo de agua estivesse. Consigo contornar o globo e vejo outra esfera ainda maior de um azul lindissimo e brilhante. Ah! É tao semelhante à Terra! Sera este globo branco a lua?&lt;br /&gt;Estou no espaço? Nao é possivel!! Nao faz sentido! Sera um sonho?&lt;br /&gt;Tudo parece tao real..... &lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7936796-109232183155004007?l=odisseiasemtornodalua.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://odisseiasemtornodalua.blogspot.com/feeds/109232183155004007/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=7936796&amp;postID=109232183155004007' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7936796/posts/default/109232183155004007'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7936796/posts/default/109232183155004007'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://odisseiasemtornodalua.blogspot.com/2004/08/primeira-odisseia.html' title='Primeira Odisseia'/><author><name>Humberto</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry></feed>
